
9.26.2008
9.21.2008
Canção ao Amor
Canção do Amor
Um dia o amor estendeu as mãos
para o nada e abriu-se o espaço que
abraça todos os seres e os astros, que
brincam de roda pelo infinito, unidos
por laços invisíveis... as coisas
mais belas são invisíveis...
Um dia o amor estendeu as mãos
para o homem, e abriu-se o encontro.
Os astros giram dando-se as mãos por
fora, as almas entram em casa, e dentro
há mais lugar do que fora: o amor dilata
os espaços.
Um dia o amor estendeu os braços
abertos para o pecado e abriu-se uma
estrada. Os caminhos dos homens cruzam
por ela, e fogem... Por ela sobem somente
os passos que descem, os corações que
se vencem... porque é a estrada infinita
do amor!
Um dia o amor estendeu as mãos
para o nada e abriu-se o espaço que
abraça todos os seres e os astros, que
brincam de roda pelo infinito, unidos
por laços invisíveis... as coisas
mais belas são invisíveis...
Um dia o amor estendeu as mãos
para o homem, e abriu-se o encontro.
Os astros giram dando-se as mãos por
fora, as almas entram em casa, e dentro
há mais lugar do que fora: o amor dilata
os espaços.
Um dia o amor estendeu os braços
abertos para o pecado e abriu-se uma
estrada. Os caminhos dos homens cruzam
por ela, e fogem... Por ela sobem somente
os passos que descem, os corações que
se vencem... porque é a estrada infinita
do amor!
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